Ajudamos viajantes a encontrar os voos mais baratos e informações sobre a companhia aérea
•
A Flaut.Travel procura bilhetes de avião da Travelsky Technology Limited não só nas bases de dados da própria companhia, mas também em várias agências de viagens e vendedores. Na secção abaixo pode ver ofertas de bilhetes da Travelsky Technology Limited sem escalas nem transferências.
A Travelsky Technology Limited lança com muita frequência promoções e tarifas especiais nos seus bilhetes. Mantemos estes eventos sob observação constante para garantir que pode poupar sempre nos voos. Tenha em conta que estas ofertas costumam ter duração limitada e, à hora da pesquisa, podem já estar esgotadas.
Travelsky Technology Limited
1E
Travelsky Technology Limited (código IATA 1E) é um provedor de tecnologia de distribuição e emissão de bilhetes, não uma companhia aérea. Por isso, a 1E não define regras próprias para transporte de animais; as condições que valem são as da companhia aérea que opera o seu voo e as exigências sanitárias do país de origem e destino. A boa notícia é que muitas políticas seguem padrões do setor (IATA), o que ajuda a orientar a preparação. Use este guia como referência prática e, sobretudo, sempre confirme com a companhia operadora listada no seu bilhete. Assim você evita surpresas e garante que o seu companheiro viaje com segurança e conforto.
Em rotas e aeronaves que permitem animais na cabine, costumam ser aceitos cães e gatos de pequeno porte, acomodados o tempo todo em um transportador que caiba sob o assento à frente. Normalmente há limite de um animal por passageiro, número máximo por cabine e restrições de assentos (por exemplo, não é permitido em fileiras de saída de emergência). O peso total (pet + transportador) varia por empresa, mas comumente fica entre 7–8 kg, havendo cias que aceitam até 10 kg; animais devem estar limpos, comportados e sem odor forte. Já no porão ventilado, animais maiores viajam como bagagem acompanhada (AVIH) em compartimento pressurizado e com controle de temperatura, sujeito a disponibilidade e a eventuais embargos sazonais por calor ou frio extremos. Raças braquicefálicas e fêmeas prenhes frequentemente têm restrições adicionais por segurança, e alguns casos exigem o envio como carga viva.
O transportador de cabine precisa caber sob o assento e permitir que o animal fique de pé e dê uma volta confortável. Medidas máximas típicas giram em torno de 40–46 cm de comprimento, 28–30 cm de largura e 20–28 cm de altura, com modelos flexíveis geralmente aceitos desde que sejam impermeáveis, bem ventilados e fechados com segurança. Para o porão, a caixa deve ser rígida e conforme IATA, com porta metálica, parafusos, ventilação em três ou quatro lados, recipiente para água, piso absorvente e identificação externa; rodinhas devem ser removidas ou travadas. Muitas companhias aceitam até cerca de 32 kg (animal + caixa) como bagagem; acima disso, pode ser necessário enviar como carga, onde limites e dimensões variam por aeronave. Em todos os casos, etiquetas visíveis “Live Animals” e dados de contato ajudam em eventuais contingências.
Em viagens internacionais, são comuns a exigência de microchip ISO 11784/11785, vacina antirrábica válida (aplicada após a microchipagem) e período de espera que, em muitos países, é de 21 dias após a vacinação. O Certificado Veterinário Internacional ou atestado de saúde recente (geralmente emitido até 10 dias antes do embarque) é frequentemente solicitado, além do Passaporte para Animais de Estimação da UE quando aplicável. Alguns destinos pedem tratamento contra equinococo (por exemplo, Reino Unido, Irlanda, Finlândia e Malta) e, dependendo da origem, sorologia de raiva. Para entrada de cães nos EUA, regras federais recentes exigem comprovação robusta de vacinação, microchip e idade mínima, com requisitos adicionais quando a origem é classificada como de alto risco para raiva. Em voos domésticos, as formalidades tendem a ser mais simples, mas certidões de vacina e atestados atualizados continuam sendo uma boa prática.
As taxas variam bastante: o embarque de pet na cabine costuma custar algo entre 30 e 150 EUR/USD por trecho, enquanto no porão os valores tendem a ser mais altos (cerca de 75 a 300 EUR/USD, a depender do peso e da rota). Normalmente apenas cães e gatos são aceitos na cabine; coelhos e aves pequenas podem ser aceitos por poucas empresas, enquanto roedores, répteis e animais exóticos são frequentemente proibidos. Cães de assistência treinados viajam sem custo adicional em muitas jurisdições, mas animais de suporte emocional geralmente seguem a política padrão de pet. Alguns destinos são especialmente restritivos: o Reino Unido e o Havaí exigem processos de autorização específicos; Austrália e Nova Zelândia normalmente aceitam apenas via carga e com quarentena; e há países que não permitem entrada de raças braquicefálicas durante períodos quentes. Planeje com antecedência e confirme regras de conexão, já que o aeroporto intermediário também pode impor exigências sanitárias próprias.
Reserve a vaga do seu pet com antecedência — as companhias limitam o número de animais por cabine e por voo. Acostume o animal ao transportador semanas antes, transformando a caixa em um lugar positivo; no dia do voo, ofereça uma refeição leve e água, evitando encher o estômago imediatamente antes do embarque. A IATA desaconselha sedação rotineira, pois pode causar instabilidade cardiovascular e térmica; converse com o veterinário para avaliar alternativas seguras. Em dias quentes ou frios, ajuste horários e escolha voos diretos quando possível; identifique o transportador com nome, telefone e instruções, e leve cópias impressas e digitais de toda a documentação. Na chegada ao aeroporto, chegue mais cedo para conferência dos papéis e tempo de adaptação do animal ao ambiente.
Em resumo, use este guia como um mapa e complemente com a verificação direta com a companhia operadora: é a combinação que garante uma viagem tranquila, segura e sem contratempos para você e para o seu melhor amigo.
Embora o código IATA 1E identifique a Travelsky Technology Limited, ela não é uma companhia aérea, e sim um provedor de tecnologia de reservas. Isso significa que as políticas aplicáveis à sua viagem com crianças e bebês serão as da companhia que realmente opera o voo. No seu bilhete, procure a linha Operado por (operated by) — é essa transportadora que estabelece idades, bagagens e serviços. Este guia resume práticas amplamente adotadas no setor e indica o que convém confirmar diretamente com a companhia. Onde houver variações relevantes, eu sinalizo para que você viaje com tranquilidade.
A classificação mais comum é: bebê/infant de 0 a 1 ano e 11 meses, criança/child de 2 a 11 anos e adulto a partir de 12 anos. Algumas companhias consideram adulto apenas a partir de 15 ou 16 anos, especialmente para políticas de menores desacompanhados, por isso é prudente verificar. Bebês podem viajar no colo ou em assento próprio, enquanto crianças a partir de 2 anos devem ocupar um assento com cinto de segurança. Se o menor viajar sem um dos responsáveis, as regras de menor desacompanhado (UMNR) e a necessidade de autorização variam por país e companhia. Em rotas internacionais, confirme documentação exigida (passaporte, vistos e autorizações de viagem).
Você pode optar por levar o bebê no colo ou comprar um assento para ele; o que muda são preço, conforto e limitações. É comum que bebês sem assento paguem uma fração da tarifa de adulto ou taxa fixa, sobretudo em voos internacionais, além de impostos; em domésticos, algumas companhias isentam ou cobram valor simbólico. Apenas um bebê no colo é permitido por adulto; se viajar com dois, o segundo precisa de assento e de uma cadeirinha aprovada. Em fileiras de saída de emergência não é permitido sentar com bebês, e a tripulação fornece cinto de extensão quando aplicável para decolagem e pouso. Para famílias, vale priorizar assentos juntos com antecedência, pois nem todas as companhias garantem agrupamento gratuito.
Na compra de assento próprio para o bebê, a experiência tende a ser mais confortável e segura com cadeirinha infantil aprovada. Verifique dimensões do assento da aeronave, pois cadeirinhas largas podem não caber. Algumas companhias exigem posicionamento junto à janela e proíbem o uso em bulkhead ou fileiras de saída. Cadeirinhas com base ISOFIX geralmente não são permitidas com a base; use apenas o cinto de duas pontas da aeronave. Se considerar usar um arnês tipo CARES, confirme se a companhia o aceita.
A TravelSky Technology Limited (código IATA 1E) é uma provedora de tecnologia para aviação que opera sistemas de reservas, inventário e emissão de bilhetes, especialmente para companhias aéreas na China. Ela não é uma companhia aérea, portanto não opera voos e não possui programa de fidelidade próprio. O designador 1E aparece em fluxos de distribuição e ticketing, mas não em cartões de milhagem do passageiro. Na prática, quando seu bilhete é emitido em plataformas suportadas pela TravelSky, você acumula e usa pontos no programa da companhia aérea com a qual está voando — ou em um programa parceiro escolhido por você. Entender essa distinção evita frustrações e ajuda a planejar onde creditar cada voo com mais estratégia.
Sem um programa próprio da TravelSky, os níveis — como Silver, Gold e Platinum — vêm dos programas das companhias aéreas. Em geral, você se qualifica com milhas de status ou trechos voados em uma janela de 12 meses, e as exigências variam bastante por programa. Classes tarifárias mais altas costumam render mais crédito de status, enquanto tarifas promocionais podem acumular menos ou até zero. Exemplos comuns no ecossistema atendido pela TravelSky incluem PhoenixMiles (Air China, Star Alliance), Eastern Miles (China Eastern, SkyTeam), Sky Pearl Club (China Southern, fora de alianças globais) e Fortune Wings Club (Hainan Airlines). O ideal é escolher o programa que melhor reflita suas rotas e parceiros usuais, mantendo consistência para subir de nível com previsibilidade.
Para acumular, adicione seu número de fidelidade à reserva no momento da compra ou no check-in, e verifique a tabela de acúmulo por classe tarifária do programa escolhido. Mesmo quando o bilhete é processado por sistemas da TravelSky, o crédito vai para o programa da companhia aérea ou da aliança onde você decidiu pontuar. Guarde cartões de embarque e recibos até confirmar o lançamento, pois ajustes retroativos são mais fáceis com comprovação. Fora dos voos, a maioria dos programas oferece acúmulo com hotéis, locadoras de veículos, parceiros de compras on-line e, em muitos mercados, bancos emissores de cartões com transferência de pontos. Assim, você amplia o saldo sem depender apenas das viagens.
Ao se deparar com o código IATA 1E, é natural pensar em uma companhia aérea, mas a Travelsky Technology Limited é, na verdade, um provedor de tecnologia e distribuição para o setor aéreo. Ela não opera voos, não vende assentos diretamente ao passageiro final e, sobretudo, não possui aeronaves próprias. Na prática, isso significa que a “frota” da Travelsky é zero aeronaves — o que ela oferece é infraestrutura digital que conecta companhias aéreas, agências e aeroportos. Quando você vê 1E em sistemas de reserva, é um indicativo do backbone tecnológico usado para processar inventário, emissão e check-in. É um papel de bastidores, mas essencial para que a sua viagem aconteça com fluidez.
Como a Travelsky não voa, não há modelos ou configurações de cabine que lhe pertençam. O que você encontrará, ao reservar por canais conectados ao 1E, são as frotas das companhias aéreas parceiras, que variam de jatos de corredor único a widebodies intercontinentais. Em rotas domésticas e regionais, predominam famílias como Airbus A320 e Boeing 737, enquanto trechos longos costumam contar com Airbus A330/A350 e Boeing 777/787. As configurações de assentos — de econômica a executiva e premium economy — dependem totalmente da transportadora escolhida, e podem mudar até dentro do mesmo modelo de avião. Por isso, vale sempre conferir o mapa de assentos e o tipo de aeronave no localizador de sua reserva.
Se a sua curiosidade é descobrir qual é o avião mais novo ou o mais antigo “da Travelsky”, a resposta também é simples: isso não se aplica. Cada companhia conectada ao ecossistema 1E possui sua própria estratégia de frota, com períodos distintos de renovação e aposentadoria de aeronaves. Você verá muitas transportadoras modernizando operações com jatos de nova geração, de menor consumo de combustível, ao mesmo tempo em que outras mantêm modelos maduros em rotas específicas. O 1E não decide que avião voa; ele permite que a informação correta chegue a você e ao aeroporto, do inventário à emissão do cartão de embarque. Em resumo, a idade e o tipo do seu avião dependem exclusivamente da companhia que opera o voo.
Pedidos de novos aviões e retiradas da frota são decisões das companhias aéreas, não da Travelsky. O “futuro de frota” do 1E está no fortalecimento de plataformas de reservas e serviços, com melhorias contínuas em PSS, distribuição e autosserviço. O setor tem avançado em padrões como NDC e ONE Order, integrando ofertas mais ricas, ancillaries em tempo real e pós-venda mais ágil — e o 1E acompanha essa direção ao conectar transportadoras, canais de venda e aeroportos. Para você, isso se traduz em experiências mais consistentes na compra, remarcação e gerenciamento do voo, independentemente do tipo de aeronave. A tecnologia evolui, e com ela a previsibilidade de informações sobre assentos, bagagens e serviços a bordo.
Se o seu bilhete traz o código IATA 1E, ele está ligado à Travelsky Technology Limited — um provedor de tecnologia de distribuição e emissão. 1E não é uma companhia aérea, portanto não opera aeronaves nem define cardápios de bordo. O serviço de refeição e bebidas que você receberá depende exclusivamente da companhia aérea que realmente voa cada trecho. No seu itinerário, procure o campo “Operado por”: é essa empresa que estabelece horários de serviço, tipos de refeição e política de bebidas. Abaixo, você encontra um guia prático do que costuma acontecer segundo a duração do voo, classe de viagem e as opções de pré-encomenda.
Em voos curtos, geralmente até 90–120 minutos, o serviço tende a ser enxuto: água, refrigerantes e eventualmente um snack, ou venda a bordo. Em trechos de média duração (cerca de 2h30 a 5h), muitas companhias oferecem uma refeição leve ou um prato quente com acompanhamentos simples. Em voos longos (acima de 6 horas), espere pelo menos duas rondas: um serviço principal após a decolagem e outro antes do pouso, além de bebidas periódicas. Rotas noturnas podem ter serviço reduzido após a decolagem para favorecer o descanso. Sempre há variação entre companhias e mercados.
Na cabine Economy, a regra é um prato principal com salada, pão e sobremesa em voos médios/longos; nos curtos, um lanche. A Premium Economy costuma trazer mais espaço, talheres melhores e, às vezes, duas escolhas de prato. A Business oferece serviço em etapas, com entrada, prato aquecido, sobremesa elaborada e snacks entre as refeições; horários podem ser mais flexíveis. Em First, quando disponível, o atendimento é mais personalizado, com opções à la carte e bebidas premium. Em low-costs, a lógica é diferente: quase tudo é pago e sujeito à disponibilidade.
A maioria das companhias permite solicitar refeições especiais: vegetariana, vegana, sem glúten, sem lactose, halal, kosher, baixa caloria, além de opções infantil e para bebê. Essas escolhas quase sempre exigem pré-encomenda com 24–48 horas de antecedência, pois são preparadas separadamente. Nem todas as rotas ou tarifas oferecem todas as opções, e companhias regionais ou de baixo custo podem não disponibilizar refeições especiais. Se o seu bilhete 1E incluir voos de diferentes empresas, faça o pedido para cada trecho com a operadora correspondente.
Se o seu bilhete exibe o código IATA 1E, você está lidando com a Travelsky Technology Limited, uma provedora de tecnologia e distribuição para companhias aéreas e agências. A Travelsky não opera voos nem oferece um sistema próprio de entretenimento a bordo; ela conecta reservas, bilhetes e serviços entre diferentes empresas do setor. Isso significa que o entretenimento do seu voo será definido pela companhia aérea que realmente transporta você, indicada como “operado por” no seu itinerário. Ainda assim, é útil entender como o entretenimento costuma funcionar, para saber o que esperar e como se preparar. Abaixo, explico os formatos mais comuns e como verificar os detalhes do seu voo com antecedência.
Na maioria dos voos, você encontrará uma mistura de filmes, séries/TV, música e podcasts e, em muitos casos, jogos — tudo em regime on‑demand. Em aeronaves de longo curso, predominam as telas individuais no encosto do assento, com navegação por toque e controle remoto; em aviões regionais ou domésticos, é comum o modelo de entretenimento via dispositivo pessoal (BYOD), acessado pelo Wi‑Fi de bordo gratuito para o portal. A seleção costuma ir de algumas dezenas a mais de uma centena de títulos, com renovação mensal e opções para crianças, além de canais de notícias e mapas de voo. Leve fones com conector de 3,5 mm para as telas de assento e, se preferir usar seu telefone, confirme se a companhia exige app próprio para streaming interno. Para conforto visual e sonoro, telinhas variam de 8 a 18 polegadas e a qualidade de imagem tende a ser HD; fones com cancelamento de ruído fazem enorme diferença. Muitos assentos oferecem portas USB-A/USB-C e, em rotas longas, tomadas AC para manter dispositivos carregados.
A curadoria de conteúdo varia conforme a companhia, mas espere catálogos em vários idiomas, com legendas e, em muitos casos, audiodescrição ou opções de acessibilidade. Em classes Econômica e Econômica Premium, as telas são menores e os fones fornecidos são básicos, embora a oferta de títulos seja a mesma para todos a bordo. Em Executiva e Primeira Classe, as telas crescem, a definição melhora e frequentemente são oferecidos fones com cancelamento de ruído, além de interfaces mais rápidas e controles dedicados. Alguns voos de longa distância incluem TV ao vivo, especialmente notícias e esportes, e mapas 3D com informações de rota em tempo real. Para quem viaja com crianças, é comum um perfil infantil com bloqueio de conteúdo e coleções temáticas.
A franquia de bagagem para bebês varia bastante: muitas companhias oferecem uma pequena mala de mão e, em alguns casos, uma peça despachada leve; outras não incluem bagagem despachada para bebê sem assento. Quando o bebê tem assento próprio, costuma valer a mesma franquia do bilhete pago (geralmente a de criança/adulto). Itens de puericultura — como carrinho, cadeirinha ou moisés — frequentemente são transportados gratuitamente, além da franquia, mas a quantidade permitida e o modo de despacho podem mudar conforme a política. Alimentos infantis, leite e fórmulas são normalmente permitidos em quantidades razoáveis no controle de segurança, mesmo acima de 100 ml; mantenha tudo acessível para inspeção. Em conexões internacionais, diferenças entre aeroportos e transportadoras pedem uma checagem extra.
Você pode usar o carrinho até o portão em muitos aeroportos, onde ele será etiquetado e levado ao porão; em outros, o despacho ocorre no check-in. Carrinhos muito volumosos raramente entram na cabine, então prefira modelos leves e dobráveis e use capa protetora para evitar danos. Ao desembarcar, o carrinho pode ser devolvido no finger ou na esteira de bagagens especiais, conforme o aeroporto. Identifique-o com nome e telefone, e leve um sling como plano B caso a entrega demore.
Berços de bordo (bassinets) estão disponíveis em número limitado, geralmente nas primeiras fileiras de algumas aeronaves de longa distância. É imprescindível reservar com antecedência e atender aos limites de peso/altura definidos pela companhia. Eles só podem ser usados em cruzeiro e devem ser recolhidos em turbulência, decolagem e pouso. Como a disponibilidade depende de configuração da aeronave, encare o berço como um extra bem-vindo, mas leve uma alternativa (como cadeirinha) se o descanso do bebê for essencial.
Para cadeirinhas, procure as homologações aceitas (por exemplo, FAA ou ECE R44/04/R129) e verifique a etiqueta de certificação. A instalação quase sempre é no assento da janela, nunca em saídas de emergência, e pode haver restrições em fileiras bulkhead e cabines premium. Orientação de costas para a frente é aceita por algumas companhias até certo peso/altura; confirme antes do voo. Leve o manual impresso ou salvo no celular para facilitar a inspeção e a instalação a bordo.
Refeições especiais para criança (CHML) e para bebê (BBML) precisam ser solicitadas com 24–48 horas de antecedência e não estão disponíveis em todas as rotas; leve lanches de backup e utensílios que seu filho já conhece. Muitas companhias oferecem embarque prioritário para famílias com crianças pequenas; se não for anunciado, pergunte no portão — esse tempo extra ajuda a organizar cadeirinhas e mochilas. Entretenimento de bordo varia por aeronave, então baixe desenhos e músicas offline e leve fones infantis confortáveis. Banheiros costumam ter trocadores; monte um kit com fraldas, lenços, pomada e saco para descarte. Incentive hidratação e movimento durante o voo, respeitando os sinais de cinto.
Durante decolagem e pouso, amamentar, oferecer mamadeira ou um snack ajuda a equalizar a pressão nos ouvidos; para crianças maiores, um canudo ou bala também funciona. Vista camadas fáceis de tirar, leve uma muda extra de roupa para cada um e separe medicamentos essenciais na bagagem de mão com receitas. Para conexões, prefira margens de tempo generosas: famílias se beneficiam de intervalos que permitam trocar fraldas, recarregar dispositivos e passar pelo controle com calma. Chegue cedo ao aeroporto para escolher assentos, etiquetar equipamentos e resolver contratempos. E mantenha uma atitude flexível: com planejamento, a viagem tende a fluir melhor, mesmo com imprevistos.
O resgate acontece dentro do programa que você escolheu, não na TravelSky. Normalmente é possível emitir bilhetes-prêmio, solicitar upgrades de cabine e combinar itinerários com múltiplos trechos, observando disponibilidade de assentos e eventuais sobretaxas. As regras de tabelas, stopovers e mudanças variam de programa para programa, e é útil comparar o custo em milhas versus o valor em dinheiro para garantir bom custo-benefício. Em rotas de alta demanda, reservar com antecedência ou ser flexível em datas e aeroportos pode fazer toda a diferença.
A rede de parceiros é o grande trunfo: com a Air China (Star Alliance), você acessa resgates em todas as membros Star; com a China Eastern e a XiamenAir (SkyTeam), há possibilidades em todo o SkyTeam. Companhias fora de alianças, como China Southern e Hainan, trabalham com parcerias bilaterais que também permitem resgates cruzados, embora com regras próprias. Além dos voos, muitos programas oferecem recompensas não aéreas — noites em hotel, vouchers e experiências — que podem valer a pena quando o inventário aéreo está escasso. Lembre-se: a TravelSky pode viabilizar a emissão por trás dos bastidores, mas as condições de resgate são definidas exclusivamente pelo programa da companhia aérea.
Os benefícios de status vêm do programa no qual você tem categoria, e costumam incluir acesso a lounges, franquia extra de bagagem, check-in e embarque prioritários, assentos preferenciais e melhor prioridade em listas de espera. Em alianças globais, status equivalentes (por exemplo, Star Alliance Gold ou SkyTeam Elite Plus) são reconhecidos entre companhias parceiras, o que facilita viagens com múltiplas operadoras. Em parcerias bilaterais, os benefícios podem ser mais limitados e convém conferir as letras miúdas antes de voar. Ter seu número de fidelidade na reserva e no cartão de embarque é essencial para garantir o reconhecimento automático no aeroporto. A infraestrutura pode ser da TravelSky, mas a política de benefícios é sempre do programa da companhia aérea.
Como não há um programa TravelSky para centralizar tudo, a estratégia é focar nos programas das companhias com que você realmente voa. Concentrar créditos em um ou dois programas acelera a progressão de status e reduz o risco de milhas dispersas e expiradas. Avalie também a sinergia com bancos emissores de pontos do seu país, que podem transferir para os programas que você escolheu. Por fim, acompanhe as regras de acúmulo por classe tarifária e as promoções sazonais: pequenas escolhas na compra do bilhete podem significar grandes diferenças no saldo final.
Embora não opere jatos, a Travelsky impacta a sustentabilidade de forma prática ao digitalizar processos que antes eram pesados em papel e tempo. A emissão eletrônica de bilhetes e recibos, o check-in online e o uso de sistemas de controle de partida reduzem burocracias no aeroporto e evitam impressões desnecessárias. Além disso, integrações confiáveis de dados ajudam companhias a planejar melhor cargas e conexões, apoiando operações mais eficientes em solo e no ar. Esse conjunto de melhorias não substitui o papel das companhias na renovação de frotas, mas complementa com inteligência e estabilidade operacional. Em última análise, menos atrito e mais precisão significam jornadas mais previsíveis — e um ciclo operacional com menor desperdício.
É fácil confundir códigos do ecossistema aéreo, então vale um panorama para navegar com tranquilidade. O 1E é um código de sistema de distribuição da IATA, de função semelhante a outros como 1A (Amadeus) e 1S (Sabre), e não identifica uma companhia aérea com aeronaves próprias. Quando o seu localizador ou a tela da agência exibe 1E, isso aponta para o provedor de tecnologia que hospeda o inventário ou o processo de emissão, enquanto o voo é sempre operado pela companhia aérea que você selecionou. Em países como a China, é comum que o 1E funcione como ponte entre transportadoras locais e internacionais, facilitando interações de reserva, interline e check-in. Saber disso ajuda você a interpretar melhor as informações do seu bilhete e a distinguir quem voa de quem dá suporte para que o voo aconteça.
Para alergias severas, as cozinhas aéreas raramente garantem ambiente 100% livre de traços. Informe a companhia com antecedência e reforce a informação ao embarcar; leve lanches selados que você sabe ser seguros. Se utiliza medicação de emergência, mantenha-a acessível durante todo o voo. Verifique também regras alfandegárias para entrada de alimentos no destino, especialmente com produtos de origem animal.
A qualidade a bordo varia com a empresa, o aeroporto de partida e o horário. Em geral, bandejas equilibram carboidratos, proteína e um toque local, enquanto bebidas não alcoólicas incluem água, refrigerantes, sucos, chá e café. Em voos longos, muitas companhias mantêm snacks disponíveis entre serviços. Temperos tendem a ser moderados, pois o paladar muda em altitude; se prefere sabores mais marcantes, refeições especiais como a vegetariana indiana podem agradar, quando disponíveis. Itens quentes e frios são ajustados conforme o trecho e a sazonalidade.
Para solicitar uma refeição especial, localize o localizador da reserva (PNR) e acesse a área “Gerenciar reserva” da companhia aérea que opera o voo. Em bilhetes com trechos operados por empresas diferentes, repita o processo para cada uma. Observe os prazos: muitos pedidos fecham 24–48 horas antes da partida, e opções como kosher podem exigir ainda mais antecedência. Guarde a confirmação por e‑mail e confira 24 horas antes. Em low-costs, a pré-compra de combos pagos é a melhor forma de garantir disponibilidade.
A política de álcool depende da operadora e da rota. Em voos internacionais longos, cerveja e vinho costumam estar incluídos na Economy, com destilados em classes premium; em voos domésticos e de baixo custo, o álcool pode ser pago ou não disponível. É proibido consumir bebida alcoólica trazida por você a bordo, mesmo que adquirida no duty‑free. O serviço pode ser suspenso por motivos operacionais, regulamentares ou a critério da tripulação. Respeite a idade legal e as legislações do país de partida/chegada.
A Travelsky/1E não mantém parcerias culinárias próprias, pois não presta serviço de bordo. Eventuais menus assinados por chefs, cafés de marca ou vinhos selecionados são iniciativas da companhia aérea que opera o seu voo. Se isso é importante para você, consulte a página de refeições da operadora ou as notas do seu bilhete, onde às vezes essas colaborações são destacadas.
A disponibilidade de Wi‑Fi depende do avião e da companhia operadora; velocidades variam de mensagens básicas a navegação plena e, em algumas frotas, streaming liberado. Muitos voos oferecem mensagens gratuitas em apps como WhatsApp e iMessage, com pacotes pagos para navegação, enquanto outros cobram por volume de dados ou por tempo de uso. O entretenimento por streaming no seu dispositivo geralmente não consome o pacote de internet, porque roda dentro do portal de bordo, mas o acesso à web sim. Quanto a parcerias, lembre-se: a Travelsky é um provedor de tecnologia, portanto não possui acordos próprios de conteúdo; as companhias aéreas é que fecham catálogos com estúdios e plataformas como Disney, Warner Bros., HBO, National Geographic, Spotify ou similares, e isso muda com frequência. Para evitar surpresas, consulte a página do voo ou o app da companhia para confirmar se há Wi‑Fi, se o streaming interno exige app e quais limites de uso se aplicam.
Como o código 1E aparece no seu bilhete, mas quem manda no entretenimento é a operadora do voo, a melhor estratégia é preparar-se com pequenas ações antes de embarcar. Verifique o campo “operado por” e o modelo de aeronave; isso ajuda a antecipar se haverá telas individuais ou apenas streaming via dispositivo. Baixe previamente o app da companhia aérea e, se precisar de Wi‑Fi, veja se há compra antecipada com desconto ou mensagens gratuitas atreladas ao seu programa de fidelidade. Leve fones de ouvido confortáveis — idealmente com fio e um adaptador — e não dependa de encontrar o conector certo a bordo. Por fim, comece o voo com a bateria cheia e considere um power bank dentro das regras de segurança, sobretudo em aeronaves sem tomadas.
Não encontrámos quaisquer promoções ou ofertas especiais para voos da Travelsky Technology Limited
Parece não haver voos diretos da "Travelsky Technology Limited" neste momento... Ou então algo correu mal do nosso lado e não conseguimos encontrar nada