Ajudamos viajantes a encontrar os voos mais baratos e informações sobre a companhia aérea
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A Flaut.Travel procura bilhetes de avião da Ernest Airline não só nas bases de dados da própria companhia, mas também em várias agências de viagens e vendedores. Na secção abaixo pode ver ofertas de bilhetes da Ernest Airline sem escalas nem transferências.
A Ernest Airline lança com muita frequência promoções e tarifas especiais nos seus bilhetes. Mantemos estes eventos sob observação constante para garantir que pode poupar sempre nos voos. Tenha em conta que estas ofertas costumam ter duração limitada e, à hora da pesquisa, podem já estar esgotadas.
Ernest Airline
EG
Ernest Airlines foi fundada em 2016 como uma companhia aérea italiana de baixo custo. Vantagens incluíam tarifas competitivas, foco em rotas diretas ponto a ponto entre a Itália e países do Leste Europeu, operações desde aeroportos secundários e opções atraentes para passageiros que priorizam preço sobre conforto. Desvantagens eram frota limitada, rede e frequência reduzidas, cobrança de extras como bagagem e seleção de assento, níveis de conforto básicos e relatos de suporte ao cliente insuficiente, situação que culminou na suspensão das operações em 2019. Não oferecia serviço premium; não há classificação Skytrax conhecida para a empresa.
A Ernest Airline (IATA: EG) não opera voos atualmente, por isso não existem políticas ativas da própria companhia para o transporte de animais. Se você encontrar EG em resultados de busca ou no seu bilhete, quase sempre significa que o voo é comercializado historicamente com esse código, mas será operado por outra companhia. Verifique sempre a companhia operadora indicada na reserva (“operated by”) e siga as regras dela para levar seu pet. Caso ainda não tenha certeza, entre em contato com a agência emissora ou com a aérea que de fato fará o voo; é essencial confirmar disponibilidade de espaço para animais antes de comprar.
Enquanto isso, abaixo você encontra uma visão prática baseada em padrões comuns de mercado e nas recomendações IATA para viajar com animais. Use estas orientações como referência inicial, mas valide cada ponto com a companhia operadora e com as autoridades do seu destino. Essa checagem dupla evita surpresas no check-in e protege o bem-estar do seu pet durante toda a jornada.
De forma geral, cães e gatos de pequeno porte podem viajar na cabine quando o conjunto animal + transportadora se enquadra nos limites de tamanho e peso e o pet permanece sob o assento à sua frente. O número de animais por voo é limitado e algumas rotas (por exemplo, para Reino Unido, Irlanda e Islândia) podem vetar pets na cabine por regras locais. Animais devem ficar o tempo todo dentro do contêiner, silenciosos e sem odor forte; filhotes muito novos raramente são aceitos. Raças braquicefálicas (focinho curto) exigem atenção extra, pois muitas companhias impõem restrições por segurança respiratória.
Já o transporte no porão ocorre em compartimento pressurizado e com controle de temperatura, quando a transportadora é rígida e compatível com o padrão IATA. É a opção típica para animais médios e grandes ou quando a cabine já está no limite. Em épocas de calor ou frio extremos, algumas empresas aplicam embargos sazonais por bem-estar animal. Sempre que possível, prefira voos diretos e horários mais amenos; conexões longas elevam o estresse e o risco de atrasos no manuseio.
Na cabine, a regra comum é usar bolsa/caixa macia, estanque e ventilada, que caiba sob o assento e permita ao pet dar meia-volta e deitar confortavelmente. No porão, a caixa deve ser rígida, com portas metálicas travadas por parafusos, ventilação em três ou quatro lados, potes de água e comida acessíveis externamente e base com material absorvente. Uma etiqueta de identificação e o rótulo “LIVE ANIMALS” ajudam a equipe a tratar seu pet corretamente.
Como referência, muitas companhias trabalham com faixas como:
Trate esses números como estimativas usuais, não como regras da EG. A validação com a aérea operadora é indispensável, inclusive para saber o espaço sob o assento do seu avião.
Para viagens dentro da União Europeia, costuma-se exigir microchip ISO, vacinação contra a raiva válida e o Passaporte Europeu para Animais de Companhia emitido por veterinário credenciado. Em deslocamentos internacionais (fora da UE), normalmente você precisará de Atestado de Saúde recente (geralmente emitido até 10 dias antes do embarque), comprovantes de vacina e, por vezes, autorizações de importação/exportação. Alguns países impõem requisitos adicionais, como tratamento contra tênia para determinados destinos e controles de chegada em postos veterinários oficiais.
Atenção a restrições por destino: o Reino Unido e a Irlanda, por exemplo, têm regras rígidas e frequentemente não permitem pets na cabine em voos internacionais regulares. Já os Estados Unidos e o Canadá podem exigir documentação específica conforme o estado/província e a origem do animal. Em todos os casos, consulte embaixadas/autoridades sanitárias e a companhia aérea operadora; leve cópias impressas e digitais dos documentos, pois a checagem pode ocorrer em múltiplas etapas.
O transporte de animais envolve taxa por trecho, cobrada à parte da franquia de bagagem. Os valores variam bastante por rota e porte do animal; na prática, tarifas para cabine costumam ser menores do que para o porão. Faça a reserva do espaço para o pet logo após emitir o bilhete (ou antes, se possível), porque cada voo aceita um número limitado de animais. Em conexões, as regras mais restritivas entre as companhias e os países prevalecem; alinhe tudo no mesmo atendimento para evitar recusas no meio da viagem.
Comece a adaptação do seu pet à transportadora com semanas de antecedência: transforme a caixa em um “refúgio” com manta familiar, pratique entradas/saídas e aumente gradualmente o tempo lá dentro. Alimente com antecedência segura (geralmente 4–6 horas antes) para evitar enjoos e ofereça água em pequenas quantidades; absorventes higiênicos na base ajudam. Não administre sedativos sem orientação veterinária — IATA e a maioria das companhias desaconselham por riscos cardiovasculares e de termorregulação. Identifique a caixa por fora com seu nome, telefone e endereço no destino, e use uma coleira/peitoral bem ajustados para as passagens de controle.
Chegue cedo ao aeroporto para concluir a checagem documental com calma e caminhar um pouco com o pet antes do embarque. Em conexões longas, informe-se sobre áreas “pet relief” e tenha um plano em caso de atrasos. Leve um kit com saquinhos sanitários, lenços, uma manta extra e cópias de documentos. Por fim, revise no dia anterior as regras atualizadas da companhia operadora — elas podem mudar, e confirmar tudo de véspera é a melhor forma de viajar com tranquilidade.
A Ernest Airline (IATA: EG) suspendeu suas operações e, por isso, as viagens que hoje exibem o código EG costumam ser operadas por outra companhia. Nesse cenário, as regras efetivamente aplicáveis serão as do transportador que realiza o voo, e não de uma política própria da Ernest. Ainda assim, para você se orientar com segurança, reunimos abaixo práticas correntes entre companhias europeias — especialmente as de baixo custo — que costumavam alinhar-se ao que muitos viajantes encontravam ao voar com a EG. Sempre que possível, confirme detalhes no e-mail de confirmação e com a companhia operadora antes do embarque. Para evitar surpresas, mantenha como princípio que informações de assento, bagagem e prioridades podem variar e que é essencial validar com o transportador do seu voo.
No mercado aéreo europeu, considera-se em geral bebê (infant) quem tem entre 0 e 23 meses na data do voo, criança quem tem de 2 a 11 anos completos e adulto a partir de 12 anos para fins tarifários. Mesmo quando o bilhete é tarifado como adulto, menores de 18 anos seguem regras específicas de documentação e consentimento para viagens internacionais. Tenha passaporte válido, vistos quando exigidos e, se aplicável, autorização de viagem assinada por responsáveis — especialmente em voos fora do Espaço Schengen. Verifique o aniversário do bebê na volta: se ele fizer 2 anos entre a ida e a volta, a perna de retorno geralmente precisará ser emitida como criança com assento. É prudente levar certidão de nascimento (ou cópia) para comprovar a idade em casos de dúvida.
A forma mais comum de voar com bebê é no colo de um adulto, sem assento próprio e com tarifa reduzida ou taxa fixa; aplica-se a regra de um bebê por adulto. Em descolagem, pouso e turbulência, o bebê deve permanecer no colo, conforme instrução da tripulação, e nunca em fileiras de saída de emergência. Muitos pais preferem comprar um assento extra para usar uma cadeirinha infantil aprovada, o que aumenta conforto e segurança; nesse caso, a tarifa é de criança com assento. Ao escolher lugares, priorize janela para a posição da cadeirinha e evite as primeiras fileiras se precisar de espaço para bolsas infantis aos seus pés.
Se viajar com gêmeos, geralmente um adulto só pode acomodar um bebê no colo; o segundo precisa de outro adulto acompanhante ou de um assento adicional com dispositivo de retenção infantil. Famílias que desejam sentar juntas devem selecionar assentos com antecedência, pois companhias de baixo custo tendem a cobrar marcação e a separação automática pode ocorrer no check-in. Em aeronaves de corredor único, filas próximas ao banheiro podem facilitar trocas de fralda, mas considere o fluxo de passageiros. Sempre que houver mudança de aeronave ou de operadora, confirme se a alocação de assentos foi mantida.
A Ernest Airlines (IATA: EG) foi uma companhia aérea italiana de baixo custo, com operações concentradas entre a Itália e destinos no Leste Europeu. Em 2020, a empresa encerrou suas operações e deixou de voar. Por isso, é importante deixar claro desde o início: não existe programa de fidelidade ativo da Ernest Airlines. Se você se depara com menções a milhas 'Ernest' ou status da marca, trate como histórico. Hoje, não há cadastro, acúmulo nem resgate vinculados à companhia.
Durante o período em que voou, a Ernest também não manteve um programa próprio de milhagem nos moldes tradicionais, nem integrou alianças globais. Isso significa que não havia tiers, benefícios de elite ou transferência de pontos para parceiros. A lógica da empresa seguia o padrão das low-costs europeias: tarifas enxutas e serviços opcionais pagos à parte. Para o passageiro, a experiência de 'fidelidade' ficava restrita a promoções e cupons ocasionais. Esse contexto orienta o que você pode — e o que não pode — esperar hoje.
Como a Ernest não possuía um programa de fidelidade estruturado, não havia níveis de associação nem critérios de qualificação por segmentos voados ou gasto anual. Não existiam categorias como Silver, Gold ou Platinum, e portanto não se falava em requisitos de milhas qualificáveis. Os benefícios que, em outras companhias, costumam vir atrelados ao status — como embarque prioritário, assentos preferenciais ou bagagem extra — eram ofertados apenas como serviços adicionais pagos. Em termos práticos, a 'progressão' do cliente estava ligada à escolha da tarifa e dos extras, não ao histórico de viagens. Para quem está acostumado a programas tradicionais, essa abordagem é mais transacional do que relacional.
Sem programa próprio, voar EG não gerava milhas em um saldo da Ernest Airlines, e a empresa não creditava trechos em programas de terceiros. Também não havia earn via hotéis, locadoras ou cartões co-branded, porque esses parceiros simplesmente não existiam sob a marca. Em resumo, o modelo de acúmulo interno era inexistente. Essa ausência eliminava estratégias clássicas de qualificar por voos ou de acumular em parceiros aéreos. O planejamento financeiro do viajante precisava, então, olhar para fora do ecossistema da companhia.
A alternativa inteligente sempre foi usar programas bancários e carteiras de pontos para pontuar sobre o gasto da passagem, além de portais de cashback confiáveis. Cartões com bons multiplicadores na categoria podem render pontos transferíveis que, depois, seguem para programas de companhias que realmente possuem parcerias e alianças. Outra frente útil é comprar bilhetes através de agências on-line que oferecem seus próprios pontos ou créditos. Embora essas estratégias não transformem voos da Ernest em milhas, elas protegem o valor do seu gasto, criando saldo em programas mais versáteis. Para quem viaja com frequência, isso é o que mantém a consistência no longo prazo.
Se você quer entender como era a frota da Ernest Airline (também conhecida como Ernest Airlines), a resposta é direta: uma frota pequena, padronizada e pensada para rotas curtas pela Europa. Até a suspensão das operações em janeiro de 2020, a companhia operava exclusivamente aeronaves da família Airbus A320 — principalmente os modelos A320-200 e A319-100 — totalizando entre quatro e seis aviões, conforme a temporada e contratos de leasing. Essa padronização reduzia custos de treinamento e manutenção e simplificava a operação em aeroportos italianos e do Leste Europeu. Após 2020, a empresa encerrou atividades e hoje não possui frota ativa, mas o desenho da frota diz muito sobre sua estratégia de mercado. Para você, isso significa que qualquer referência à frota da Ernest é histórica, um retrato fiel de como uma low-cost regional italiana se organizou.
O cavalo de batalha era o Airbus A320-200, escolhido pela eficiência em rotas de 1 a 3 horas com alta demanda — exatamente o perfil Itália–Albânia e Itália–Ucrânia que a empresa cultivava. Essas aeronaves operavam em configuração monoclasse, com cabine densa e serviço a bordo por compra, mantendo o peso baixo e a rotação rápida em solo. O Airbus A319-100 complementava a malha em mercados menores, oferecendo alcance e desempenho adequados para pistas mais curtas com uma quantidade de assentos ligeiramente menor. A ergonomia seguia o padrão das low-cost europeias: poltronas finas, compartimentos generosos de bagagem de mão e um layout pensado para embarque e desembarque ágeis. Em termos de família e motorização, você encontraria os tradicionais A320ceo, solução madura e largamente disponível no mercado de arrendamento.
Os aviões da Ernest eram, em sua maioria, aeronaves de segunda mão arrendadas de diferentes proprietários, com idades variando entre meados dos anos 2000 e início dos anos 2010. Na prática, os A319 tendiam a ser ligeiramente mais antigos, enquanto alguns A320 eram mais recentes dentro do portfólio da empresa. Mesmo assim, o padrão de manutenção seguia as exigências europeias (EASA), com programas contínuos que mantinham a confiabilidade em rotas intensivas. Para você como passageiro, isso se traduzia em cabines simples, porém funcionais, com experiência consistente entre os dois modelos.
A Ernest Airlines (IATA: EG) encerrou as operações em 2020, então as informações a seguir têm caráter histórico e servem como referência para quem compara serviços de bordo de companhias de baixo custo na Europa. Ainda assim, ajudam a entender o que você podia esperar em termos de alimentos e bebidas ao voar com a marca. O foco da Ernest sempre foi oferecer tarifas competitivas em rotas de curta duração, o que influenciou diretamente o modelo de serviço. Ao longo do texto, destaco como funcionavam as opções de compra a bordo, as limitações para dietas especiais e dicas práticas que continuam válidas em voos similares. Use isto como um guia confiável para planejar sua alimentação em companhias de perfil semelhante.
A Ernest operava voos majoritariamente curtos dentro da Europa, com cabine única de economia – não havia classes com serviço diferenciado. O padrão era o conceito de buy-on-board: refeições gratuitas não estavam incluídas e você podia adquirir snacks e bebidas do cardápio de bordo. A oferta variava conforme a rota e a época, com itens simples e práticos, como salgadinhos, biscoitos, chocolates e, em alguns períodos, sanduíches frios. Em trajetos curtos, esse conjunto cobria basicamente o lanche; em trechos um pouco mais longos, a seleção podia ganhar um ou outro item adicional, mas sem chegar ao formato de refeição completa. Em síntese, o serviço era pensado para saciar a fome leve e acompanhar a viagem, não para substituir um almoço ou jantar.
Como em muitas low-cost, a Ernest não oferecia sistema de pré-encomenda de refeições especiais, e a disponibilidade para dietas específicas era limitada. Itens vegetarianos eram relativamente fáceis de encontrar (por exemplo, snacks salgados ou doces sem ingredientes de origem animal evidente), porém opções estritamente veganas podiam ser escassas e nem sempre identificadas no rótulo em português. Para quem segue dieta sem glúten, a recomendação era recorrer a produtos industrializados selados e conferidos por você, pois o cardápio de bordo não garantia ausência de glúten ou de traços por contaminação cruzada. O mesmo raciocínio valia para restrições a lactose e frutos do mar: havia opções pontuais, mas sem garantia de ambiente ou utensílios livres de alérgenos. Se viajava com bebês, era aceitável levar papinhas e fórmulas dentro das regras de segurança, solicitando à tripulação água quente se disponível.
Em casos de alergias alimentares graves, a orientação prudente era sempre levar lanches próprios seguros e manter os autoinjetores/medicação na bagagem de mão. A tripulação não podia assegurar cabine livre de alérgenos (como amendoim) nem controlar alimentos trazidos por outros passageiros. Informe-se no check-in e com a equipe de bordo, mas considere que o controle efetivo é limitado. Para maior tranquilidade, organize sua alimentação antes do embarque e evite riscos desnecessários durante o voo.
A Ernest Airline (IATA: EG) suspendeu as operações em 2020. Ainda assim, vale entender como era — e o que você pode esperar caso compre um bilhete comercializado pela marca e operado por outra companhia. Quando voava, a Ernest era uma low‑cost europeia focada em rotas curtas, com serviço simples e direto, sem sistemas de entretenimento complexos. Se o seu trajeto EG for realizado por uma parceira, as opções a bordo dependerão da operadora efetiva do voo. Em qualquer cenário, confirmar no bilhete quem opera o trecho evita surpresas.
Nos aviões da Ernest, não havia telas individuais no encosto nem monitores coletivos — sem telas no encosto e sem catálogo de filmes ou séries. O entretenimento era, essencialmente, aquilo que você leva: músicas, podcasts, livros digitais e jogos no seu próprio celular ou tablet. Também não existia portal de streaming a bordo, então o acesso dependia de conteúdo previamente baixado para uso offline. Para trajetos de 1 a 3 horas, preparar uma boa seleção antes de sair de casa fazia toda a diferença.
Como a companhia não oferecia biblioteca de bordo, a variedade e a qualidade do “catálogo” ficam por sua conta. Em voos curtos, uma temporada de série, uma playlist e um e‑book costumam ser suficientes; em rotas mais longas, vale incluir filmes baixados e alguns jogos offline. A Ernest operava com cabine única (Econômica), portanto não havia diferenças de entretenimento entre classes. Confortos como tomadas ou portas USB não eram padrão, o que reforça a importância de viajar com bateria extra e fones confortáveis para aproveitar melhor o que você levou.
A regra, quando a Ernest operava, era Wi‑Fi não disponível e ausência de serviços de streaming a bordo. Também não havia parcerias conhecidas com estúdios ou plataformas de conteúdo para curadorias especiais. Se o seu voo EG for realizado por outra companhia, as políticas dessa empresa se aplicam — algumas oferecem portais de entretenimento via navegador, planos de internet pagos e até mensageria gratuita. Verifique no e‑mail de confirmação ou no cartão de embarque o nome do operador real para consultar as opções atualizadas.
Mesmo sem sistema embarcado, é fácil transformar o tempo de voo em um momento agradável com um pouco de preparo. Priorize arquivos offline, cuide da bateria e crie um mix de conteúdos curtos e longos para alternar conforme o humor e o tempo restante de viagem.
Para bebês no colo, companhias europeias frequentemente permitem levar uma bolsa de fraldas/itens infantis além da mala de mão do adulto, mas raramente oferecem franquia despachada gratuita. Crianças com assento próprio costumam seguir a mesma franquia de cabine do adulto do bilhete comprado; despacho de mala dependerá da tarifa. Equipamentos infantis (como carrinho e/ou cadeirinha) são, em regra, aceitos sem custo ou com desconto — normal é 1 peça gratuita por criança, podendo chegar a 2 em algumas empresas. Embale cadeirinhas em sacos protetores e identifique tudo com etiquetas, incluindo telefone de contato.
Para organizar o voo, uma checklist enxuta ajuda muito. Leve:
Carrinhos dobráveis geralmente podem ir até a porta da aeronave e ser entregues à equipe para despacho no porão, sendo devolvidos na ponte ou na esteira, conforme o aeroporto. Verifique se o carrinho “cabin size” realmente cabe no compartimento superior; mesmo quando aceito na cabine, a tripulação poderá solicitar o despacho se o voo estiver cheio. Berços de bordo são raros em companhias de baixo custo e podem não estar disponíveis; planeje como se não fossem oferecidos e confirme com a operadora. Se precisar de berço, informe a necessidade logo após a reserva, pois os pontos de fixação são limitados.
Cadeirinhas (CRS) são bem-vindas quando você compra assento para o bebê e traz um modelo aprovado para uso aeronáutico (por exemplo, etiqueta ECE R44/04 ou a indicação FAA “Approved for use in aircraft”). O assento deve ter cinto de 5 pontos, caber na largura do assento da aeronave e ser instalado preferencialmente na janela, nunca em fileiras de saída. Boosters sem encosto, em geral, não são permitidos durante o voo. Leve o manual da cadeirinha e chegue cedo para instalar com calma.
O serviço a bordo tende a ser de compra a bordo, sem cardápio infantil dedicado; vale levar opções conhecidas e fáceis de comer. A tripulação costuma ajudar com água quente para mamadeiras quando possível, mas nem sempre pode aquecer alimentos. O entretenimento é limitado, então baixes desenhos e músicas no seu dispositivo antes do voo e leve fones adequados para crianças. Muitas operadoras priorizam o embarque de famílias com crianças pequenas; se não houver anúncio, pergunte no portão ou considere adquirir prioridade de embarque. Durante subida e descida, oferecer peito, mamadeira ou chupeta ajuda a equalizar a pressão do ouvido.
Faça check-in assim que abrir, baixe os cartões de embarque e monitore mudanças de portão no app da companhia operadora. Distribua itens essenciais entre duas bolsas para reduzir o impacto caso uma precise ser despachada na porta. Escolher assentos próximos ao corredor facilita idas ao banheiro, mas a janela pode ser melhor para acomodar cadeirinha e reduzir estímulos. Mantenha uma rotina leve: cochilo antes do voo, refeições no horário habitual e pausas para alongar as pernas no corredor quando o sinal de cinto estiver apagado.
Por fim, planeje a documentação tanto quanto planeja a mala. Em voos internacionais, alguns países exigem autorização de viagem para menores desacompanhados de um dos responsáveis; leve cópias impressas e digitais. Tenha um plano B para atrasos: mais fraldas, mais lanches e baterias extras. E lembre-se: em caso de dúvida operacional, a palavra final é da companhia que opera seu voo — confirme sempre, e viaje com a tranquilidade de quem está um passo à frente.
Sem um programa, não havia resgate de passagens, upgrades ou bônus não-aéreos associados à Ernest. Também não existiam companhias parceiras para emissões, tampouco participação em alianças como Star Alliance, SkyTeam ou Oneworld. Na prática, voos EG eram sempre bilhetes pagos, sem opção de usar milhas. Essa realidade simplificava o processo de compra, mas eliminava o lado mais estratégico que tantos viajantes valorizam. É importante sublinhar: não houve parcerias formais nem rede de resgates.
Para quem busca cobrir rotas que a Ernest atendia, o caminho hoje passa por resgatar em programas robustos de outras empresas. Saldo de bancos pode ser transferido, por exemplo, para programas europeus bem conectados, que oferecem boa disponibilidade intra-UE. Ao comparar, considere não só o custo em milhas como também taxas e políticas de bagagem, que variam muito entre tarifas básicas. Em um cenário com tantas opções, o melhor resgate é aquele que equilibra preço, horários e regras tarifárias. Pense no resgate como uma ferramenta de conveniência, não apenas de gratuidade.
Na ausência de status, os benefícios com a Ernest eram determinados pela tarifa e pelos extras escolhidos no processo de compra. Bagagem despachada, seleção de assento, prioridade de embarque e alterações de bilhete eram cobrados de forma separada, como é comum nas low-costs. Não havia acesso a salas VIP nem franquias especiais por fidelidade, e upgrades não faziam parte do portfólio. Para o passageiro, isso exigia atenção redobrada ao custo total da viagem, somando todos os serviços desejados antes de fechar a compra. Essa transparência ajuda a evitar surpresas e a comparar melhor com companhias que oferecem pacotes mais completos.
Mesmo sem um programa da Ernest para explorar, você ainda pode ser estratégico ao voar rotas semelhantes com outras companhias. O segredo é transformar cada compra em uma oportunidade de gerar valor futuro, concentrando ganhos onde eles realmente compõem saldo. Outro ponto é olhar o bilhete como um pacote: tarifa, bagagem, assento e regras de alteração formam o custo real. Em mercados com presença de low-costs, promoções aparecem com frequência, mas pedem flexibilidade. Abaixo, um resumo prático para orientar decisões do dia a dia.
Antes da suspensão do certificado pela autoridade italiana (ENAC) em 2020, a Ernest não mantinha pedidos diretos de fábrica; a expansão estava desenhada para acontecer via leasing adicional de A320 e, possivelmente, mais A319, preservando a homogeneidade. A empresa estudava ampliar frequências e abrir novos pares de cidades na Europa Oriental e nos Bálcãs, movimento coerente com a escolha por jatos da mesma família. Com a interrupção das operações, os aviões foram devolvidos aos arrendadores, encerrando qualquer plano de crescimento. Não houve uma transição para aeronaves de nova geração (como A320neo), e tampouco um programa formal de aposentadoria escalonada — a frota simplesmente deixou o serviço comercial com a paralisação. Para quem acompanha a indústria, fica a lição de como a dependência do leasing pode acelerar tanto a expansão quanto uma saída rápida de cena.
Dentro do que era viável para uma low-cost regional com A320ceo, a Ernest buscava eficiência por meio de padronização de frota, alta ocupação e procedimentos operacionais consagrados. Eram práticas comuns o táxi com um motor quando possível, a redução de peso a bordo por meio de serviço buy-on-board e o uso intenso de planejamento operacional digital para rotas curtas. As aeronaves cumpriam os padrões europeus de ruído e emissões vigentes, e os voos intracomunitários estavam sujeitos ao esquema europeu de comércio de emissões (ETS). Não era uma frota de “nova geração”, mas a operação enxuta e a rede bem calibrada ajudavam a mitigar consumo por assento em trechos de curta distância.
O código IATA da Ernest era EG, um detalhe que você verá em registros históricos de horários e bilhetes. A identidade visual chamava atenção: o tom vermelho e a marca com personalidade eram facilmente reconhecíveis na fuselagem, algo raro em companhias de porte reduzido. Como muitas low-cost, a escolha pela família A320 refletia disponibilidade no mercado, ampla base de peças e pilotos qualificados, além de flexibilidade para alternar entre o A319 e o A320 conforme a demanda. Em suma, a frota foi pequena, coesa e pragmática — um espelho fiel do modelo de negócios da Ernest Airline no seu curto, porém marcante, período de operação.
O cardápio prezava pela praticidade: produtos embalados, com validade e rotulagem claras, o que agrega previsibilidade e higiene, ainda que limite a culinária fresca. Quem prioriza sabor encontrava opções agradáveis para um lanche rápido, especialmente combinando um sanduíche frio com uma bebida quente. No quesito bebidas, apareciam água, refrigerantes e sucos, além de café e chá, todos vendidos separadamente. Em termos de valor, o custo seguia o padrão de bordo de companhias de baixo custo europeias, compensado pela conveniência de comprar no assento. Para voos nos horários de refeição, planejar um lanche antes do embarque costuma melhorar a experiência.
A Ernest vendia bebidas alcoólicas em algumas rotas, usualmente cerveja e vinho, seguindo as regras locais. O consumo era permitido apenas para produtos servidos pela companhia; álcool trazido por passageiros não podia ser consumido a bordo. A venda não era feita a menores, e a tripulação podia recusar serviço a quem apresentasse sinais de embriaguez. Em voos curtos, valia ponderar a hidratação: alternar álcool e água ajuda a evitar desconfortos da cabine pressurizada. Em qualquer dúvida, peça orientação à equipe – segurança e moderação eram prioridades.
Não havia programa estruturado de pré-encomenda de refeições, tampouco parcerias amplamente divulgadas com chefs ou marcas gastronômicas. O portfólio mudava pontualmente, mas mantinha o perfil simples e de pronta-entrega. Para quem gosta de personalizar a refeição, a estratégia mais eficiente era comprar algo no terminal antes do embarque e complementar com bebidas no avião. Isso reduzia a incerteza sobre ingredientes e garantia saciedade durante todo o trecho.
Se você pretende replicar a experiência em voos de baixo custo atuais, algumas atitudes fazem diferença. Planeje um lanche principal antes do embarque e use o serviço de bordo para complementos ou bebidas. Mantenha um kit de snacks selados que atendam sua dieta (barras, frutas secas, biscoitos específicos), verificando rótulos. Leve garrafa vazia para encher após a segurança e garanta hidratação sem depender apenas do serviço. E, por fim, confirme no seu bilhete se há alguma franquia ou cortesia específica da tarifa – exceções existem, mas, como regra, a expectativa realista é a de um serviço à la carte simples, eficiente e sem refeições incluídas.
Em resumo, a Ernest Airline seguia o padrão das low‑cost: simples, prática e sem entretenimento embarcado. Com um kit básico — conteúdos baixados, fones, bateria extra — você garante um voo mais leve e do seu jeito, e, quando o trecho for operado por outra companhia, confirmar o operador é o atalho para aproveitar qualquer portal de bordo disponível.
Não encontrámos quaisquer promoções ou ofertas especiais para voos da Ernest Airline
Parece não haver voos diretos da "Ernest Airline" neste momento... Ou então algo correu mal do nosso lado e não conseguimos encontrar nada